Seguindo com a segunda parte do post. Só lembrando que não confundam as coisas, amo o Japão demais, mais de uma vez já disse isso e sei que não será a última Hehe
- Tem gente que adora ser chamado de otaku, que se auto proclama um. Tem gente que adora chamar as pessoas que gostam de qualquer coisa relacionada a Japão de otakus. Se você digitar Otaku no Google irá achar várias exemplos de pessoas que acham que ser chamado de otaku é legal, ou pelo menos, inofensivo.
Afinal de contas, o que é um otaku? Qual o significado dessa palavra? Será que é realmente legal ser chamado de otaku?
A palavra otaku é um termo derivado do japonês, que significa a casa de outra pessoa ou família. Também é usada às vezes com um sentido metafórico, como um pronome de segunda pessoa honorífico, neste caso podemos dizer que a tradução literal seria “você”.
Hoje em dia porém, nós conhecemos essa palavra com um outro sentido. Para a maioria das pessoas, otaku é uma pessoa que assiste animes, lê mangás, etc… Porém essa palavra não é assim tão inocente, quanto a forma que nós costumamos usá-la.
O termo otaku usado hoje em dia, se difere do original apenas pela forma como é escrito, e foi usado pela primeira vez, no começo dos anos 80, no discurso do humorista Akio Nakamori. Sua série de 1983, “Otaku no kenkyu”, usou o termo para designar fãs desagradáveis.
No Japão, de uma forma geral, chamar alguém de otaku é um insulto. É como se você falasse para a pessoa que as habilidades sociais dela são zero, que ela não tem nem nunca teve uma vida, além do seu fandom. Lá, um otaku é aquela pessoa que só sai de dentro de casa para comer ou fazer compras, uma pessoa obsessiva, um stalker, um sociopata.
Essa palavra acabou se tornando um tabu no Japão devido ao incidente ocorrido no ano de 1989, onde um japonês, chamado Tsutomu Miyazaki, assassinou várias garotinhas e gravou vídeos de tudo que ele havia feito com elas. Miyazaki nada mais era do que um otaku, fanático por lolicon.
Eu poderia escrever linhas e linhas explicando como o termo foi erroneamente adotado nos Estados Unidos, e acabou se espalhando por vários outros países, como por exemplo o Brasil, mas eu sei que vocês não vão se importar muito. Basta saber que, o termo foi introduzido aos americanos por volta dos anos 80, com a paródia “Otaku no video 1985″, do Estúdio Gainax, e partir daí se espalhou.
- A sociedade japonesa vê os estrangeiros do setor primário, como desprovidos de instrução, como pobres que chegaram ao país não para cooperar, somar e ajudar e sim para tirar proveito gerando uma interpretação errada e descontentamento em muitos.
Agora quando o estrangeiro domina o inglês, independente da nacionalidade, são melhores aceitos. Isto a primeiro impacto, pois se conseguir mostrar ao japonês que você tem mais conhecimento do que ele, com certeza ele irá ter respeito por você, mas para isto precisa de comunicação, para quem sabe o inglês sem usá-lo como soberba, já está a um passo acima do japonês, por isto o tratamento diferenciado.
Existe um gancho aqui, não é generalizado para toda a população, mas a grande maioria da sociedade japonesa tem essa visão pela falta de conhecimento de mundo e do próprio Japão, aliada à incompetência do governo em lidar com este assunto de uma forma clara.
Existe outro problema além desses: O medo de miscigenação. O povo japonês nutre em sua concepção que manter uma raça pura é o correto. (Pesquisem mais sobre isso)
Não vou me alongar sobre os problemas do Japão, pois é um País que amo e encontramos problemas em todos os países! Por isso só vou dar algumas dicas de pesquisa, para quem estiver mais interessado sobre : Bullying, Trabalho excessivo, taxa de natalidade.
Existe outro problema além desses: O medo de miscigenação. O povo japonês nutre em sua concepção que manter uma raça pura é o correto. (Pesquisem mais sobre isso)
Não vou me alongar sobre os problemas do Japão, pois é um País que amo e encontramos problemas em todos os países! Por isso só vou dar algumas dicas de pesquisa, para quem estiver mais interessado sobre : Bullying, Trabalho excessivo, taxa de natalidade.

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